quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A dita dura do SUStema!

Se empurrarem não engula
Se engolir não se renda
Vomite o que chamam de cura!
E quando vier o monstro do SUSto
Finja que leu a bula, mas não trema.
Abra seus ouvidos no escuro
Atente-se ao aparelho mudo
A tudo mata sem ter pena!
Desenforme-se o quanto antes
Não deixe sua mente surda!
Não se conforme!
A voz não nasceu pra ficar muda!
Deixe sua alma revidar
Nesse lugar eles não podem lhe sufocar
Mas se fingires que não vê
Ele envenena e te morde!
Depois de ligar a TV
Com uma bomba midiática o miolo explode
Já dizia Dona Rosa
Uma vez acorrentados movimentem-se!
Olhem para todo o aparelhado!
E defendam-se!
Não se aSUSte
Esteja esperto e desaperte o mute.

Um comentário:

Luciano Henrique Pinto, disse...

Gostei muito deste poema... muito criativo e com uma mensagem bem eloquente. Parabéns!

Luciano

http://www.poesiaeambiente.blogspot.com/