sábado, 16 de maio de 2009

As asas da borboleta


Posou na minha janela

Uma borboleta azul

Trazia nas asas abertas

Um brilho incomum

Num movimento leve balançava-as

E como se soubesse de mim

Brlhava e brilhava

Adentrou no meu recanto

E no silêncio escutei

A voz das suas asas

Jamais esquecerei

Tão delicada, suavemente tocou em mim

Deixou pingar uma lágrima

Depois vôou e não mais a vi

O meu sorriso se abriu

E uma paz me fez sentir

Depois que a borboleta partiu

Minha alma era esperança sem fim!

Quando eu pensava em adoremecer

Os meus sonhos no vazio da imensidão

Uma simples borboleta veio inesperada

E com a música de suas asas

Acendeu meu coração!

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